Marcello ShytaraLira
SONETO DEPRAVADO
Escrevo esta poesia profana
Para mostrar a esses deuses ímpios
Que esse poeta silvícola índio
Alimentou-se do corpo da mulher-fulana
Pela nuca e orelhas foi o principio
Nos seios saciei a veleidade insana
O néctar escorrendo suguei de sua "xana"
Levando-a ao gozo; fiz-me teu vicio
Totalmente entregue aos sentidos
Pervertida. No cio e só instinto
Guiou meu pênis à sua gruta, e mais...
Fiquei por baixo dela passivo
Curtindo violentos mexidos lascivos
Juntos explodimos como animais
Marcello ShytaraLira
Sampa 05/05/2004
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