Tantas são as figuras que à minha frente se desdobram.
Todas elas para o mesmo farol correndo! .
E eu permaneço em silêncio escrevendo, . procurando pensamentos pelo mel aromatizados,
Para neles me entremear e besuntar!
Oxalá o patamar pelo meu olhar saboreado fosse o Paraíso homicída.
Num temporal amarelado embrulhado! .
Oxalá a musa ruiva de sardas sarapintada dentro de mim acordasse.
Para com ela no pico da inspiração me refugiar! .
Quem me dera que este solo acimentado, .
Fosse o bosque silvestre por Ti (ó Deus!) transformado! .
E que estas vozes que meus ouvidos esfolam, .
Fossem o eco da afirmação de uma noite perante mim rendida, de mil trajes vestida! .