Em meio a escuridão
não encontro um caminho,
a estrada acaba me deixando presa num mundo desconhecido.
Canto morto de um pássaro.
Um grito que não rompe o medo.
Os apelos da saudade,
a pressa da satisfação,
os passos lentos de um tempo em fio...
Sangue corre nos pés,
o último poema assassinado.
Amor inacabado,
esperança desgastada mas,imortal.
Uma dor que seus olhos curaria.
Nossos destinos foram traçados
de uma maneira trágica,quase que sem rumo.
E a angústia implora calma,
Sombra desfalecidas,
e tu não vens...