Onde não existe o hoje o ontem ou o amanhã.
Peregrino pelo manto bordado de estrelas,
Que cintilam... Brilham. Neste movimento perpétuo...
Que justifica as cores das Auroras dos Mundos.
Tento não pensar na razão do meu viver.
A Luz aprisionada nos brilhos dos teus olhos,
Como num encanto me atrai até ti.
Com as chaves do teu coração...
Fingindo para mim mesmo não saber o que procuro,
Me perco pelos labirintos da tua memória.
Procurando as portas do teu coração,
Tento em vão decifrar teus intrigantes enigmas...
Preenchendo os vazios dos meus sonhos.
Preciso me descobrir nos mistérios da tua existência,
Para que eu me veja nos brilhos dos teus olhos.
Neste sutil toque da Alma...
Estou em ti porque é preciso me encontrar.
E compreendo que tudo que sou... Que fui ou vou ser...
É muito pequeno comparado com a grandeza da Vida,
Com a grandeza do Amor.