Dagmar Alves
Alcoolismo
As pernas desgovernadas
Os olhos a fechar
Corpo cambaleando
Na procura de um beco para deitar.
Sem eira nem beira
Um abraço acarinhando a garrafa
Deste veneno que mata...
E escorre por toda a família a desgraça.
As horas passam lentamente
O relógio parece parar
Para quem espera, a volta de um ente...
Na boca o gosto que lembra mel
As palavras fazem zig...zag e falam:
maiis umm gooole parrrra espairecerrr a mennnte...
Copyrigth© 2005 MeuSonho. Todos os direitos reservados.
Desenvolvimento e Administração TheAngel®.